Existem milhões, talvez bilhões de histórias sobre os sentimentos. Cada uma contando sobre as mais diversas formas de sentir, amar, odiar... Mas e as histórias sobre os vazios: quantas são? Aquelas histórias das pessoas que não têm a quem amar, ou simplesmente tem amores impossíveis de viver? Amores impossíveis porque uma das partes não corresponde ou pelo menos não sente o que deveria sentir para se ter uma história digna de filme romântico. O que acontece com essas pessoas que não vivem exatamente histórias de amor que fazem aquelas mocinhas saírem do chão e chegar às nuvens, imaginando príncipes encantados e perfeitos finais felizes? Por um acaso, essas pessoas também vivem; também dividem o mundo com os apaixonados e também sentem, embora que muitas vezes esse sentimento possa trazer um grande vazio.
Romances apaixonados e finais felizes são ótimos para serem emoldurados e colocados a exposição em um museu, como uma verdadeira obra de arte... mas a vida real é diferente. A vida real não tem molduras, não tem exposição. A vida real tem ilusão, tem sofrimento, tem erros... e os erros são justamente aquilo que não queremos expor, embora eles tragam muito aprendizado.
É bonito ver um romance, mas nem sempre é real. Existem aquelas pessoas que não vivem essas histórias cegas de amor: elas vivem a realidade. E a realidade nem sempre é bonita. A realidade pode machucar, pode ferir, pode ensinar. Mas ela não é menos importante que os finais felizes dos romances. O amor idealizado das histórias perfeitas contadas de gerações a gerações não é mais bonito que o amor real. Porque o amor real também pode machucar, ferir e ensinar. O amor real é mais bonito porque ele existe, de verdade. O amor real não te faz chegar as nuvens todos os dias, mas ele te faz sorrir. O amor real pode não ter aqueles finais perfeitos, mas ele tem o final adequado para cada situação. O amor real nem sempre é correspondido, nem sempre vem com aventuras e sorrisos, mas nem por isso é menos amor. Ainda é amor, mesmo que uma das partes não responda. Ainda é amor mesmo que não haja história. E ainda é amor mesmo que uma das partes não queira amar ou não queira ser amado.
A verdade sobre o amor, tão procurada nesses filmes, é que ele é único: ele se adapta a realidade de cada um. Ele vem quando deve vir - e se dever vir. Ele nem sempre é respondido ou nem sempre é equilibrado. Ele pode vir sozinho e cegar uma pessoa ou pode vir acompanhado dos mais diversos sentimentos. Ele pode simplesmente não aparecer para alguém. Ou pode não ser retribuído... Mas ele ainda é bonito, e ainda é amor.

É bonito ver um romance, mas nem sempre é real. Existem aquelas pessoas que não vivem essas histórias cegas de amor: elas vivem a realidade. E a realidade nem sempre é bonita. A realidade pode machucar, pode ferir, pode ensinar. Mas ela não é menos importante que os finais felizes dos romances. O amor idealizado das histórias perfeitas contadas de gerações a gerações não é mais bonito que o amor real. Porque o amor real também pode machucar, ferir e ensinar. O amor real é mais bonito porque ele existe, de verdade. O amor real não te faz chegar as nuvens todos os dias, mas ele te faz sorrir. O amor real pode não ter aqueles finais perfeitos, mas ele tem o final adequado para cada situação. O amor real nem sempre é correspondido, nem sempre vem com aventuras e sorrisos, mas nem por isso é menos amor. Ainda é amor, mesmo que uma das partes não responda. Ainda é amor mesmo que não haja história. E ainda é amor mesmo que uma das partes não queira amar ou não queira ser amado.
A verdade sobre o amor, tão procurada nesses filmes, é que ele é único: ele se adapta a realidade de cada um. Ele vem quando deve vir - e se dever vir. Ele nem sempre é respondido ou nem sempre é equilibrado. Ele pode vir sozinho e cegar uma pessoa ou pode vir acompanhado dos mais diversos sentimentos. Ele pode simplesmente não aparecer para alguém. Ou pode não ser retribuído... Mas ele ainda é bonito, e ainda é amor.












